Reciclagem: Cabeceira para cama box

Quando fizemos nossa terceira mudança não quebramos um copo sequer, um prato, nem uma xícara foi lascada! Trouxe tudo no carro durante a semana e com isso evitei qualquer acidente com nossas louças.

Porém, como Murphy é meu amigo, no dia da mudança a última coisa que fizemos foi desmontar a mesa. Ela era feita com uma moldura em madeira e o centro em vidro. Meu pai foi muito cuidadoso, isso garanto porque vi, mas nem todo o cuidado do mundo salvou o vidro que partiu de ponta a ponta quase causando um acidente (caiu próximo ao pé do meu pai). Mudamos sem mesa…

Na hora todo mundo: “coloca ali na rua que daqui a pouco alguém pega, blablablá” mas até parece que eu não iria inventar algo para a mesa! Me poupem!

Foi assim que fiz minha cabeceira da cama!

A montagem foi simples. Ela era vazada por dentro, encaixei a espuma (densidade 28 com aproximadamente 5cm de altura) e cobri com o courvin. Tudo isso encontrei em uma loja que vende produtos para estofamento de automóveis, aqui na esquina de casa!

Para facilitar, desenhei o projeto:

 

 

 

 

Eu tenho este grampeador de tapeceiro, não custa caro (em torno de 30,00) e é muito útil nesses pequenos reparos que fazemos em casa! Vale a pena ter um!

 

Você não tem o tampo? tudo bem! Leve o projeto para um marceneiro e peça para ele fazer somente as laterais! Só tem que avisar ele que isso tudo vai apoiado na parede (uso 3 parafusos de 6mm para o suporte e são 3 anos firme e forte!) para que ele deixe uma borda atrás para esse suporte.

Esta é a foto atual do meu quarto, depois daquela primeira (que foi tirada quando nos mudamos) terminei a decoração aplicando o papel de parede e fazendo os quadros. Mas isso tudo é história para outras postagens…

 

 

Se não curtir o courvin pode usar couro natural, tecidos de tapeçaria ou qualquer outro tecido mais grosso. Jeans e sarja também são boas opções, mas neste caso é bom aplicar um spray para impermeabilizar e facilitar a limpeza.

@titarj, amiga, espero que te ajude a montar sua cabeceira! Depois quero ver fotos hein?

 

Penso, logo desisto

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Sabe quando a gente ouve algo e a primeira reação é a de responder? Pois é, pense e talvez desista.

Não sei quantas vezes almocei sapos, daqueles gordos e recheados de muita maldade e ricamente temperados com falta de respeito. Devo ter sido muito boba porque passei muitos anos vivendo assim.

Um dia qualquer, você acorda e simplesmente deixa de ser bobo. Não sei se foram os 29 anos, ou os 30 (que completei há um mês, exatamente) mas algo está mudando. Mas essa mudança é o oposto do que pode parecer. Não é que eu vá chutar todo mundo da fila do mercado quando esses infelizes colecionam jornais de outros mercados para barganhar descontos, ou que vá responder a toda e qualquer crítica que não me agrade, ou até mesmo descer do carro e bater no idiota que não entende a regra do “um de cada vez e todo mundo vai passar”.

Mas vejo hoje que apenas um olhar daqueles, um sorriso amarelo ou simplesmente fingir que não viu, acabam por deixar todo mundo meio que “hã?”, sabe como é?

Ontem mesmo tive uma recaída. Na esteira do mercado, um bando de gente que veio de uma vez colou no meu marido. Eu odeio que façam isso, custa manter a distância de “1 braço” como aprendemos no colégio? Me estressei, xinguei e fiquei a um ponto de dar um escândalo. Mas isso não me aliviou, apenas me fez ser tão despresivel e sem um pingo de educação como aqueles que estavam ali, todos coladinhos no maior “calor humano”.

Como diz meu marido, corda em casa de louco é arma. E eu penso sempre, vai que esse doido tenta me enforcar? Esse é o correto, e nem sempre consigo.

A paz muito bem guardada: Mosteiro de Claraval

Sabe aquele tipo de lugar que a gente ouve falar, um monte de gente comenta, você até pode estar próximo e nunca encontra uma possibilidade de visitar? Pior ainda é a sensação quando isso faz parte da sua crença, do que você acredita e tem como orientação.

Nos últimos 10 anos ouvia comentários sobre o Mosteiro de Claraval – MG, um lugar recluso, distante, no meio de uma cidade modesta e muito pequenina (aproximadamente 4.000 habitantes).

Sábado, após o almoço de família em Franca, convidei as crianças para irem comigo. Não quiseram, óbvio, e não insisti. Era algo meu, algo que queria fazer por vontade e não tinha como obrigar uma visita destas à eles. E assim partimos.

A serra que leva até esta cidade (partindo de Franca – 15km aproximadamente) é cheia de paisagens calmas, acolhedoras, singelas. Muitas fazendas e montanhas que formam contornos lindos no horizonte, o gado pastando calmo, o céu azulzinho, tão diferente de todo o cinza que estou tão acostumada. O ar muda logo de cara, não tem cheiro de cidade, tem cheiro de vida, de grama, de simplicidade e porque não dizer, tem cheiro de saúde!

Lá na serra ainda, é possível avistar no alto da cidade sua mais bela construção e motivo de orgulho…

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Arroz doce cremoso

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Vi essa receita no UOL e modifiquei um pouco porque não tive boas experiências cozinhando o arroz somente com leite.

O que me chamou atenção foi o tipo de arroz usado, o arbóreo, aquele que a gente usa para fazer risotos. O resultado foi um doce mega cremoso!

Arroz doce cremoso

Ingredientes

1 xícara de arroz arbóreo
3 xícaras de leite
3 xícaras de água
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite sem soro

Preparo

Ferva o leite com a água e mantenha aquecido durante o preparo. Coloque todo o arroz em uma panela que tenha capacidade para 4 vezes o volume dele (ele cresce muito!). Quando o leite estiver quente adicione uma pequena quantidade sobre o arroz, com o fogo baixo mexa até secar. Faça isso com todo o leite até que o arroz esteja cozido e macio. Ainda no fogo, coloque o leite condensado e mexa até incorporar. Desligue o fogo e adicione o creme de leite.

O que eu fiz ficou bem cremoso, mas se quiser mais mole coloque um pouco de leite integral para diluir.

A canela por cima é opcional, provei com e sem ela e gostei das duas formas!

Essa é uma receita boa para os almoços de família já que a receita sacia os desejos de pelo menos umas 6 pessoas (do tipo “formigões” rs)

Sou fã: Satinelle

Neste último dia das mães, ganhei do marido um presente super útil e que estava mesmo precisando: Satinelle!

Sim, eu já tinha um mas não estava mais aqueeeeeela coisa de bom sabe, e ele me deu esse:

 

 

Há muitos anos uso o Satinelle como depilador. Alterno com a lâmina nas axilas e virilha e com a cera nas pernas, porque sentia que o pelo fino demais acabava encravando também… Mas, isso era no modelo antigo! O novo parece ter uma precisão muito maior na “pegada” e não deixa os pelos quebrarem tanto (o que ajuda a não encravar).

Meu antigo era como esse modelo:

Não posso desmerecer o coitado, mas sinceramente, ele não era tão bom assim…

*quebrava os pelos com frequência;

*o massageador (em mim) era só enfeite! Doía do mesmo jeito, e bastante no início!

*hiper barulhento, ainda mais depois que enrosquei a pele do joelho nele (sim, doeu muito!) e os dentinhos da engrenagem acabaram partindo;

*vibrava demais! Quando fazia depilação completa sentia minha mão dar choques até uma hora depois de desligar o aparelho.

 

O novo veio com um monte de “falhas” corrigidas, e com um opcional que amei! É uma cabeça que faz o corte bem rente à pele dos pelos na linha do biquini (virilha).

Esse acessórios só funciona na velocidade 1, mas mesmo assim achei bem eficiente. Com os pelos mais curtos as pinças trabalham melhor e o resultado fica perfeito!

 

 

As pecinhas também vieram mais fofas desta vez, todas em acrílico lilás, um mimo! Tem uma que é para levantar pelos, outra que levanta pelos e massageia, tem a que isola algumas pinças para áreas mais sensíveis (usei poucas vezes, tinha no outro também), uma para aumentar a altura de corte do acessório para biquini e uma outra de iniciantes, que não achei muito legal (só essa viu? rs).

Útil ele é, e ainda é fofo! O corpo está com um outro formato, reparei que não vibra tanto como o anterior e fica mais confortável de segurar, o desenho na frente é lindo! e o plástico vem todo cheio de brilhinhos… (meu lado drag grita!).

Resumindo: vale a pena! Dói mas é só nas primeiras vezes, depois a gente acostuma e não consegue mais viver sem!

 

*off. marido comprou no Magazine Luiza, na hora de pegar no caixa a moça perguntou se era pra ele… fala sério! Um dia antes do dia das mães e ela nem se tocou que era um presente?

Maníacos: Star Wars

Para quem curte Star Wars…

 

Kit com formas e topos para cupcakes!

 

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Magically Ever After!

Toda mulher sonha com alguns detalhes de seu casamento. Isso pode até parecer ridículo mas a gente quer e faz questão de algumas coisas que não se explica, quer e ponto final.

Em 2005 comecei a modelar com porcelana fria (biscuit), e desde então fiz muitos noivinhos por encomendas, mas atualmente não aceito encomendas por assim dizer, digamos que faça favores remunerados simbolicamente somente para as amigas muito próximas. Foi quando conheci (ou melhor, reconheci) os trabalhos da Precious Moments, mais precisamente apaixonei pela linha desenvolvida em parceria com a Disney. Ah, como era lindo, parecia um sonho! E era, porque para entregar no Brasil o pequeno frete seria de $60 dólares, mais as taxas que colocariam, ficaria inviável… e se quebrasse então?!?

E assim fiquei, exatos 5 anos desejando ter uma destas peças confeccionadas com tanto carinho e zelo. Vou explicar rapidinho, é assim ó, é desenvolvido um desenho e deste um artista faz a matriz em argila (sim, são esculpidos e não modelados). Depois é tirado um molde da matriz e são forneados em série, porém volta-se ao processo artesanal para a pintura da porcelana que é feita inteiramente à mão livre! Entenderam minha paixão por esses bonequinhos tão frágeis e delicados? (confiram o vídeo que mostra tudo também).

Assim chegamos a 2010, ano do meu casamento, exatos 5 anos esperando por esse momento:

O momento em que recebi minha primeira peça Precious Moments!

Vou contar cada detalhe e o post pode ficar chato, mas desculpem, quem coleciona bonecos e é alucinada por tudo que envolve uma etapa ao menos que seja “hand made” sabe o porque da minha empolgação.

A caixa é fantástica, toda decorada com o código morfológico da marca (adoro ver marcas bem aplicadas e respeitando o manual de identidade visual!), com uma tira que lacra o conteúdo. Essa tira é feita com um papel grosso e não colada,  o que ajuda a deixar a caixinha intacta mesmo depois de abrir e fechar várias vezes…

Aí bate a ansiedade e o medo: porcelana, viagem longa, duas viagens longas, aquele carinho absurdo com que tratam nossas encomendas, putz, ferrou, tá tudo danado lá dentro! Que medo de achar tudo partido…

Tcharammmmmmm! Salvos!

Aí que me encantou ainda mais! A caixa vem com uma estrutura de isopor embaixo, talhada com o formato da peça ela fixa completamente na caixa e o isopor ainda absorve qualquer impacto que possa ter. É coberto com cetim, o que faz qualquer noiva suspirar ainda mais porque a gente fica estranhamente alucinada por tudo que é acetinado!

Junto com a peça vem o certificado de autenticidade (porque é um ítem de coleção), número gravado embaixo e também uma placa para que os colecionadores possam expôr as peças com seus devidos nomes (cof, cof, uma peça não faz de mim uma colecionadora, mas, outras virão e precisarei lembrar o nome de todas! rs).

O valor? Não vou entrar muito em detalhes sobre comissões e outras taxas, mas só os noivinhos custaram $70 dólares. Digamos que o custo total saiu mais caro do que eu cobro por um casal de noivinhos (das amigas, porque o valor é simbólico e tal, lembram?) ou que pagaria por qualquer outro que não atenderia minhas exigências no acabamento. Estes posso garantir que tem a perfeição de tudo o que pode ser produzido à mão, mesmo que parte do processo seja industrial, as curvas, proporções e todos os detalhes que descubro cada vez que tiro da caixa para dar “oi” fez valer a pena.

Para quem se interessou, este é o link do modelo.

Banheiro reformado!

Eu estava devendo esse post…

Aqui está o antes/depois do banheiro de visitas. O meu tem o acabamento igual, por isso não tirei fotos dele.

 

Foi trabalhoso, confesso, mas valeu a pena. Ainda falta reformar o móvel do banheiro, como a largura da pia é a mesma, resolvemos manter a madeira (compensado laminado, está perfeito!) e trocar somente o revestimento (de fórmica para laminado pet – super ecológico!).

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Meu casamento

Eu sempre sonhei em casar, mas minhas escolhas traçaram um destino pouco habitual e por conta disso esse sonho foi adiado por alguns anos. Acho que adiado tempo suficiente para me casar com a pessoa certa, na hora certa!

Sou uma pessoa controlada hoje em dia, não cometo loucuras em gastos e procuro me perguntar sempre se “aquilo” que estou desejando é realmente uma prioridade ou se existe algo que seja mais importante que poderia receber aquela verba de investimento. Por conta disso, mesmo encontrando a pessoa ideal, adiei os planos de me casar por alguns (9!) anos até que aquela era a hora, e era exatamente isso o que eu queria fazer! Marcamos a data, um frio na barriga absurdo e um medo danado de não dar conta de planejar (e fazer!) tanta coisa em tão pouco tempo…

Nem tudo foi perfeito ou como sonhei/idealizei, mas digo que “tudo o que tinha que dar certo, deu!” e não fico magoada pelo que deu errado.

Acho que consigo lembrar de tudo o que fiz… vamos lá:

  • Buquê
  • Bolo cenográfico
  • Convites – regulares
  • Convites para padrinhos
  • Enfeite de cabelos para as daminhas
  • Lembrancinhas (latinhas com confete em formato de coração)
  • Agenda da noiva (ownnnnnnnn, essa fez sucesso!)
  • Monogramas para  o solado do sapato
  • Minha maquiagem (que já mostrei aqui)
  • Véu (que não usei :P)
  • Buquê da daminha
  • Almofada para alianças
  • Buquê da minha filha
  • Lacinhos para bem casados

Gastei pouco, mas não pouco a pensar que era algo assim, mínimo, porém pouco se comparado ao que se gasta normalmente em casamentos. Optamos por algo simples e familiar, íntimo, por isso foi uma festa para 170 pessoas (convidados – 134 confirmados e 123 presentes).

Mas foi bom planejar e executar muita coisa, mesmo não tendo a mínima vontade de fazer de novo! Casamento é um só mesmo, e para ser sincera, dá tanto trabalho que traumatiza. Pelo menos no meu caso que literalmente me transformei numa Bridezilla!

Vou tentar organizar os posts e explicar (na medida do possível afinal, já está tudo feito e usado… não rola fazer passo a passo!) algumas coisas que fiz para, quem sabe, inspirar e poder ajudar a quem queira curtir de verdade todos os preparativos do casamento. Basta ter vontade e capricho…

Até mais!

ps. ontem completamos 1 ano de casados!

Como antigamente…

Eu sou uma coisa assim, estranha.

Tenho meu lado mulher independente, que gosta de liberdade e de luxo, de coisas caras e uma pitada de egoísmo. Mas também tenho meu lado de mulher das antigas, aquela que sente gosta de manter a casa limpa e organizada, que briga por causa dos sapatos espalhados e pela toalha que não foi estendida, aquela que cozinha e o faz por prazer de ver quem ama feliz.

A independência é algo fantástico, lembro bem de como me senti a primeira vez que pude sair sozinha para ir ao mercado. Sem precisar de pedir para alguém levar, de carona, de nada! Ah que sensação boa… quase fundi o motor do carro de tanto que rodei sozinha pela cidade, peguei trânsito intenso e pude também pisar mais quando encontrava um lugar mais vazio (raridade em Sampa!).

É bom trabalhar, saber que o que estou gastando também contribuí para receber (aqui em casa tudo é de todos, os lucros, as dívidas, tudo!), de não ter que fazer contas para pagar o sapato que queria e não precisava, de ver que gastei mais comigo em presentes no mês do meu aniversário do que meu marido em dois anos de cuidados pessoais.

Maravilhosa a sensação de ser livre, independente, a mulher moderna que não precisa de ninguém ao lado para fazer as coisas, tomar decisões, viver. Trabalho com o que quero, faço o que quero, sou dona de cada poro e cravo do meu nariz!

Sou de temperamento forte, não gosto de ser mandada e odeio me sentir obrigada a fazer qualquer coisa, faço porque quero, porque gosto e porque me dá prazer em executar.

Mas, por outro lado, sou daquelas mulheres que tem gosto por arrumar a casa, que acha lavar roupas o maior barato (ainda mais porque a máquina faz 90% do serviço), que gosta de bordadinhos, rendinhas, cama cheirosa e prateleiras sem pó.

Gosto de ser avisada quando vou receber visitas, não porque não as queira aqui mas porque gosto de deixar a casa impecável, aquela coisa displicente como “aqui todo dia é assim”. Bom, aqui quase todos os dias É assim.

Tem coisa melhor do que comer um docinho gostoso de sobremesa? Ou então depois de um dia de trabalho chegar em casa e saber que o prato do dia é o seu prato favorito? E quando a gente está morto de sono, deita na cama, aquele lençol cheiroso, macio e aconchegante ali prontinho para te receber? Melhor que isso só o beijo de boa noite na testa do filho, aquela coisa de olhar e ver que o seu bebê está crescendo e se tornando uma pessoa maravilhosa!

Se é bom passar por isso tudo, porque não seria bom proporcionar momentos tão gostosos?

Gosto de limpar, juro! Não é sacrifício, se bem que sempre que chego na metade penso em desistir. Mas lembro da sensação boa de quando enfim termino tudo e ganho um delicioso chocolate quente feito pelo marido. Sim, porque eu faço tudo com muito gosto aqui, mas ele sabe, reconhece e respeita tudo isso.

Sou mimada, amada, ganho tudo o que quero e sou tratada com respeito. Tem recompensa melhor?

Não tem nada de mal em ser a própria Bree Van de Kamp, aquela ruiva que está sempre de salto alto tirando pó dos móveis, porque no final do capítulo é ela quem está lá toda linda. Não é desmerecedor cuidar da casa, da família, se isso te dá prazer. E não é desmerecedor deixar de fazer isso porque não lhe agrada.

Ninguém é obrigado a gostar de nada, mas encontrei minha liberdade conciliando esses dois mundos tão controversos.

 

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